Marcos Clark. Tecnologia do Blogger.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Despedida


Chega disso, não consigo evitar o inevitável, tão quanto não quero prolongar o inadiável.
É o fim antes do começo.
Criamos uma grande lacuna entre o não querer e o não estar.
Enchemos um quarto de mobilia imaginária.
Nada existiu.

Logo quem sempre se orgulhava de não ficar, inquietava-se em despedida.
Um brilho no olhar, não mais de lágrimas sofridas.
Era a paz e a liberdade.
O despertar do pesadelo assustador.

Te perco em cada parte, sob minha vida enviesada.
Tu não te importas, eu não me importo.
Seguimos então sob o sol que antes queimava.
O vazio me cai como luva.
Como uma centelha de calor no inverno, eu não brilho se tu não brilhar.

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